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A subida até às Minas era mesmo
má. Era uma amostra do que nos esperava nas próximas
horas.
O sol aquecia e o caminho parecia um leito
de um rio destruído pela força das águas
revoltas de um ribeiro. Este estava mesmo ao lado direito
do carreiro, com uma água límpida e apetecível.
Do lado direito uma cascata rompia por entre
os montes e a água descia a encosta. É visível
que a água arrastava as pedras encosta abaixo, nas
alturas em que a cascata tinha mais água.
Fiquei a pensar nos garranos lá atrás
e no burro que olhava para nós no início do
caminho, perguntando quem era o menos inteligente.
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