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rui manuel carneiro gonçalves

Observador por natureza, encontra na fotografia uma maneira "fácil" de gravar o "espírito" de um local. Como fotógrafo amador, tenta documentar os locais por onde passa e que de alguma maneira o marcam. Quase sempre em filme, a cores e de preferência sem o factor humano. Acredita que a fotografia capta locais ou momentos e só ultimamente tem consigo fotografar pessoas, não porque acredite que o espírito destas fique aprisionado na fotografia, mas por falta de à-vontade.

Começou a fotografar, nos finais dos anos 80, com uma máquina emprestada, completamente manual e sem fotómetro. Em 1993 tira um curso de fotografia P&B, com os fotógrafos Manuel Teixeira e Luís Pitta, no Núcleo de Cinema e Fotografia da AAUAv. Em 1999 compra a primeira máquina - CANON EOS - e em 2000 passa um ano

na Califórnia, onde ganha um gosto especial pela fotografia de paisagem.

Em Março de 2001 participa, pela primeira vez, numa exposição, como selecção do júri no 4º Concurso Nacional para Fotógrafos Amadores no FOTIMAG, na Exponor. Em Setembro de 2001, vence o concurso Foto do Mês do Exit.pt, que marca a sua iniciação na fotografia digital, com o prémio, uma EPSON PhotoPC 3100Z.

Entre 2001 e 2002, ganha um concurso de fotografia no NetViagens.com e obtém duas menções honrosas no Salón Internacional de Fotografía por Internet do Centro Argentino de Fotografia.

Em Abril de 2004, decide voltar ao básico e compra no ebay uma Olympus Pen EE-3, uma halframe de 1973, que usa exclusivamente para P&B, sempre em 400 ISO ("com muito grão").

Mas continua a achar que os melhores momentos são aqueles que ficam registados na nossa memória e que jamais poderão ser documentados por uma fotografia. Porém, procura explorar o grafismo e as nuances dos pormenores, que, com o tempo, se vão apagando da memória e que a fotografia ajuda a resgatar do esquecimento.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
               
                   
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